segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Conhecendo um pouco da história do Ho'oponopono


Muitos  chegaram  ao Ho’oponopono  através  deste  texto  do  Dr.  Joe Vitale  divulgado  na  internet.
Para aqueles que não o conhecem aqui está na sua íntegra:  
 
HO’OPONOPONO - por Joe Vitale  

Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que curou um pavilhão inteiro de pacientes 
criminais  insanos  sem  sequer  ver nenhum  deles. O psicólogo  estudava  a ficha  do  preso e,  em 
seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa 
pessoa. À medida que ele melhorava o paciente também melhorava.  

A  primeira  vez  que  ouvi  essa  história,  pensei  tratar-se  de  alguma  lenda  urbana.  Como  podia 
alguém curar a outro, somente através de curar-se a si mesmo? - Como podia, ainda que fosse o 
mestre de maior poder de autocura, curar a alguém criminalmente insano? - Não tinha nenhum 
sentido, não era lógico, de modo que descartei essa história.  

Entretanto, escutei-a novamente, um ano depois.  

Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura havaiano chamado “Ho’oponopono”. 
Nunca  ouvira  falar  dele,  no  entanto,  não  conseguia  tirá-lo  de  minha  mente.  Se  a  história  era 
realmente verdadeira, eu tinha que saber mais.  

Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu sou responsável pelo que penso e 
faço. O que estiver além está fora de minhas mãos. Acho que a maior parte das pessoas pensa o 
mesmo sobre a responsabilidade. Somos responsáveis pelo que fazemos e não pelo que fazem 
os outros.  

O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente enfermas me ensinaria uma nova 
perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade. Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len. 
Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira conversa telefônica. Pedi-lhe que 
me contasse toda a história de seu trabalho como terapeuta.  

Ele  explicou-me  que  havia  trabalhado  no  Hospital  do  Estado  do  Havaí  durante  quatro  anos.  O 
pavilhão  onde  encerravam  os  loucos  criminais  era  perigoso.  Em  regra  geral,  os  psicólogos  se 
demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do pessoal do hospital ficava doente ou se 
demitia. As pessoas que passavam por aquele pavilhão simplesmente caminhavam com as costas 
contra a parede com medo de serem atacadas pelos pacientes. Não era um lugar bom para viver, 
nem para trabalhar, nem para visitar.  

O Dr. Len disse-me que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo para ter uma sala no hospital 
e revisar os seus prontuários médicos. Enquanto lia os prontuários médicos, ele trabalhava sobre 
si mesmo. Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes começaram a curar-se.  
“Depois de poucos meses, os pacientes que estavam acorrentados receberam a permissão para 
caminharem   livremente”,   me   disse.   “Outros,   que   tinham   que   ficar   fortemente   medicados, 
começaram  a  terem  suas  medicações  reduzidas.  E  aqueles,  que  não  tinham  jamais  qualquer 
possibilidade de serem liberados, receberam alta.” 

- Eu estava assombrado.  

“Não foi somente isso”, continuou, “até o pessoal começou a gostar de ir trabalhar. O absenteísmo 
e   as   mudanças   de   pessoal   desapareceram.   Terminamos   com   mais   funcionários   do   que 
necessitávamos  porque  os  pacientes  eram  liberados  e  todo  o  pessoal  vinha  trabalhar.  Hoje, 
aquele pavilhão do hospital está fechado.”

Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares:  
 
- “O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal mudança nessas pessoas?”  
 
- “Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os havia criado”, disse ele.  
  
- Não entendi!  

O Dr. Len explicou-me, então, que entendia que a total responsabilidade por nossa vida implica 
em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar em nossa vida e ser, por esta razão, 
de nossa responsabilidade. Num sentido literal, o mundo todo é criação nossa. 

Uau!  Mas  isso  é  duro  de  engolir.  Ser  responsável  pelo  o  que  digo  e  faço  é  uma  coisa.  Ser 
responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na minha vida é muito diferente.  

Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa responsabilidade por sua vida, então 
tudo  o  que  você  olha,  escuta,  saboreia,  toca  ou  experimenta  de  qualquer  forma  é  a  sua 
responsabilidade, porque está em sua vida. Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a 
economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta, está ali para que você a cure. 

Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que saem do seu interior.  

O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo, você é quem tem que mudar. 

Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar ou de realmente vivenciar. Colocar a 
culpa  em  outra  pessoa  é  muito  mais  fácil  que  assumir  a  total  responsabilidade,  mas,  enquanto 
conversava  com  o  Dr.  Len,  comecei  a  compreender  essa  cura  dele,  e  que  o  Ho’oponopono 
significa amar-se a si mesmo. Se você deseja melhorar sua vida, você deve curar sua vida. Se 
você  deseja  curar  alguém,  mesmo  um  criminoso  mentalmente  doente,  você  o  faz  curando  a  si 
mesmo.  

Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era, exatamente, que ele fazia, quando 
olhava os prontuários daqueles pacientes.  

“Eu, simplesmente, permanecia dizendo ‘Eu sinto muito’ e ‘Te amo’, uma vez após outra” explicou-
me. 

“Só isso?” - “Só isso! Acontece que amar-se a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo 
e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu mundo”  

Permita-me, agora, dar um rápido exemplo de como isto funciona.  

Um  dia,  alguém  me  enviou  um  e-mail  que  me  desequilibrou.  No  passado,  eu  teria  reagido 
trabalhando  meus  aspectos  emocionais  tórridos  ou  tentado  argumentar  com  a  pessoa  que  me  
enviara  aquela  mensagem  detestável.  Mas,  desta  vez,  eu  decidi  testar  o  método  do  Dr.  Len. 
Comecei  a  pronunciar,  em  silêncio:  “Sinto  muito”  e  “Te  amo”.  Não  dizia  isto  para  alguém,  em 
particular. Ficava, simplesmente, invocando  o espírito do amor, para que ele curasse dentro de 
mim o que estava criando aquela circunstância externa. 

Depois de uma hora, recebi um e-mail da mesma pessoa, desculpando-se pela mensagem que 
me enviara antes.  

Observe que eu não realizei qualquer ação externa para receber essa desculpa. Eu nem sequer 
respondi aquela mensagem. Não obstante, somente repetindo “sinto muito” e “te amo”, de alguma 
maneira curei dentro de mim aquilo que criara naquela pessoa.  

Posteriormente, participei de um workshop sobre o Ho’oponopono, ministrado pelo Dr. Len. 
 
Ele tem, agora, 70 anos de idade, é considerado um “xamã avô” e é um pouco solitário. 
 
Elogiou  meu  livro  “O  Fator  de  Atração”  (The  Attractor  Factor).  Disse-me  que,  à  medida  que  eu 
melhorar a mim mesmo, a vibração do meu livro aumentará e todos sentirão o mesmo quando o 
lerem. Resumindo, na medida em que eu melhore meus leitores também melhorarão. 

“E o que acontecerá com os livros que eu já vendi e que estão lá fora?” - Perguntei.  

“Eles  não  estão  lá  fora”,  explicou  ele,  me  desconsertando,  mais  uma  vez,  com  sua  sabedoria 
mística. “Eles ainda estão dentro de você”.  - Resumindo, nada está do lado de fora.  
 
“Basta,  apenas,  dizer  que:  quando  você  queira  ou  deseje  melhorar  qualquer  coisa  na  sua 
vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você mesmo. E, quando olhar, faça-
o com amor”.  
 
Do website www.zerolimits.info © Joe Vitale // Revisão de várias traduções e a partir do original 
 

sábado, 6 de abril de 2013

Limpando memórias



Os problemas são apenas memórias do passado que se repetem e aparecem para nos conceder mais uma chance de enxergar com os olhos do Amor e agir a partir da inspiração.

Quando vivencio problemas de memórias reencenadas, tenho uma escolha. Posso permanecer envolvido com elas ou posso pedir à Divindade que as liberte por meio da transmutação, devolvendo assim a minha mente ao seu estado original de vazio... de ser livre de memórias. Quando estou livre de memórias, sou o meu Eu Divino como a Divindade me criou à sua exata semelhança.

Quando o meu subconsciente se encontra no estado zero, ele é intemporal, ilimitado, infinito, imortal. Quando as memórias dominam, ele fica retido no tempo, no lugar, nos problemas, na incerteza, no caos e no pensamento, além de preocupado em enfrentar e administrar as dificuldades. Ao permitir que as memórias assumam o controle, renuncio tanto à clareza mental quanto à minha harmonia com a Divindade. Sem Harmonia, não há inspiração. Sem inspiração, não há Propósito.

Quando trabalho com as pessoas sempre peço à Divindade que transmute as memórias do meu subconsciente que são reencenadas como as percepções, os pensamentos e as reações que tenho a respeito delas. A partir do estado zero, a Divindade permeia então a minha mente subconsciente e a consciente de Inspirações, possibilitando que a minha Alma experimente as pessoas como a Divindade as vivencia.

Quando trabalho com a Divindade, as memórias transmutadas no meu subconsciente são transmutadas no subconsciente de todas as mentes, não apenas no das pessoas mas também no subconsciente dos reinos mineral, animal e vegetal, bem como no de todas as formas de existência visíveis e invisíveis.

Os problemas são memórias que estão sendo reencenadas, as memórias são programas. Elas não são apenas suas. Elas são compartilhadas. A maneira de liberar a memória é enviando Amor para a Divindade. Esta escuta e responde, mas da maneira que é melhor para todos, no momento certo para vocês. Vocês escolhem, mas não decidem. Quem decide é a Divindade.

Tudo está em você. Tudo. Não há exceções.

Quando limpamos a memória, o que tem lugar é a inspiração.


Extraído do livro Limite Zero - Joe Vitale



O segredo para obter êxito é fazer a oração tendo em mente que você é o responsável pela situação que criou.



Sinto Muito. 
Me perdoe. 
Te amo. 
Sou grato.