Ho'oponopono
Ho'oponopono é uma técnica de cura havaiana, onde assumimos a nossa responsabilidade por tudo o que acontece em nossas vidas e limpamos as memórias que criaram essas experiências através de decretos/orações e mantra. Esse blog tem por objetivo compartilhar material sobre o Ho'oponopono, divulgar a técnica, tirar dúvida e compartilhar experiências.
sábado, 5 de setembro de 2015
sábado, 2 de novembro de 2013
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Conhecendo um pouco da história do Ho'oponopono
Para aqueles que não o conhecem aqui está na sua
íntegra:
HO’OPONOPONO - por Joe Vitale
Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que
curou um pavilhão inteiro de pacientes
criminais
insanos sem sequer
ver nenhum deles. O psicólogo estudava
a ficha do preso e,
em
seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como
ele havia criado a enfermidade dessa
pessoa. À medida que ele melhorava o paciente também
melhorava.
A primeira vez
que ouvi essa
história, pensei tratar-se
de alguma lenda
urbana. Como podia
alguém curar a outro, somente através de curar-se a si
mesmo? - Como podia, ainda que fosse o
mestre de maior poder de autocura, curar a alguém
criminalmente insano? - Não tinha nenhum
sentido, não era lógico, de modo que descartei essa
história.
Entretanto, escutei-a novamente, um ano depois.
Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura
havaiano chamado “Ho’oponopono”.
Nunca ouvira falar
dele, no entanto,
não conseguia tirá-lo
de minha mente.
Se a história
era
realmente verdadeira, eu tinha que saber mais.
Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu
sou responsável pelo que penso e
faço. O que estiver além está fora de minhas mãos. Acho que
a maior parte das pessoas pensa o
mesmo sobre a responsabilidade. Somos responsáveis pelo que
fazemos e não pelo que fazem
os outros.
O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente
enfermas me ensinaria uma nova
perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade.
Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len.
Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira
conversa telefônica. Pedi-lhe que
me contasse toda a história de seu trabalho como
terapeuta.
Ele explicou-me que
havia trabalhado no
Hospital do Estado
do Havaí durante
quatro anos. O
pavilhão onde encerravam
os loucos criminais
era perigoso. Em
regra geral, os
psicólogos se
demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do
pessoal do hospital ficava doente ou se
demitia. As pessoas que passavam por aquele pavilhão
simplesmente caminhavam com as costas
contra a parede com medo de serem atacadas pelos pacientes.
Não era um lugar bom para viver,
nem para trabalhar, nem para visitar.
O Dr. Len disse-me que nunca viu os pacientes. Assinou um
acordo para ter uma sala no hospital
e revisar os seus prontuários médicos. Enquanto lia os
prontuários médicos, ele trabalhava sobre
si mesmo. Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes
começaram a curar-se.
“Depois de poucos meses, os pacientes que estavam
acorrentados receberam a permissão para
caminharem
livremente”, me disse.
“Outros, que tinham
que ficar fortemente
medicados,
começaram a terem
suas medicações reduzidas.
E aqueles, que
não tinham jamais
qualquer
possibilidade de serem liberados, receberam alta.”
- Eu estava assombrado.
“Não foi somente isso”, continuou, “até o pessoal começou a
gostar de ir trabalhar. O absenteísmo
e as
mudanças de pessoal
desapareceram. Terminamos com
mais funcionários do
que
necessitávamos
porque os pacientes
eram liberados e
todo o pessoal
vinha trabalhar. Hoje,
aquele pavilhão do hospital está fechado.”
Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um
milhão de dólares:
- “O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal
mudança nessas pessoas?”
- “Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os
havia criado”, disse ele.
- Não entendi!
O Dr. Len explicou-me, então, que entendia que a total
responsabilidade por nossa vida implica
em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar
em nossa vida e ser, por esta razão,
de nossa responsabilidade. Num sentido literal, o mundo todo
é criação nossa.
Uau! Mas isso
é duro de
engolir. Ser responsável
pelo o que
digo e faço
é uma coisa.
Ser
responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na
minha vida é muito diferente.
Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa
responsabilidade por sua vida, então
tudo o que
você olha, escuta,
saboreia, toca ou
experimenta de qualquer
forma é a
sua
responsabilidade, porque está em sua vida. Isto significa
que a atividade terrorista, o presidente, a
economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta,
está ali para que você a cure.
Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que
saem do seu interior.
O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo,
você é quem tem que mudar.
Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar
ou de realmente vivenciar. Colocar a
culpa em outra
pessoa é muito
mais fácil que
assumir a total
responsabilidade, mas, enquanto
conversava com o
Dr. Len, comecei
a compreender essa
cura dele, e
que o Ho’oponopono
significa amar-se a si mesmo. Se você deseja melhorar sua
vida, você deve curar sua vida. Se
você deseja curar
alguém, mesmo um
criminoso mentalmente doente,
você o faz
curando a si
mesmo.
Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era,
exatamente, que ele fazia, quando
olhava os prontuários daqueles pacientes.
“Eu, simplesmente, permanecia dizendo ‘Eu sinto muito’ e ‘Te
amo’, uma vez após outra” explicou-
me.
“Só isso?” - “Só isso! Acontece que amar-se a si mesmo é a
melhor forma de melhorar a si mesmo
e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu
mundo”
Permita-me, agora, dar um rápido exemplo de como isto
funciona.
Um dia, alguém
me enviou um
e-mail que me
desequilibrou. No passado,
eu teria reagido
trabalhando meus aspectos
emocionais tórridos ou
tentado argumentar com
a pessoa que me
enviara aquela mensagem
detestável. Mas, desta
vez, eu decidi
testar o método
do Dr. Len.
Comecei a pronunciar,
em silêncio: “Sinto
muito” e “Te
amo”. Não dizia
isto para alguém,
em
particular. Ficava, simplesmente, invocando o espírito do amor, para que ele curasse
dentro de
mim o que estava criando aquela circunstância externa.
Depois de uma hora, recebi um e-mail da mesma pessoa,
desculpando-se pela mensagem que
me enviara antes.
Observe que eu não realizei qualquer ação externa para
receber essa desculpa. Eu nem sequer
respondi aquela mensagem. Não obstante, somente repetindo
“sinto muito” e “te amo”, de alguma
maneira curei dentro de mim aquilo que criara naquela
pessoa.
Posteriormente, participei de um workshop sobre o
Ho’oponopono, ministrado pelo Dr. Len.
Ele tem, agora, 70 anos de idade, é considerado um “xamã
avô” e é um pouco solitário.
Elogiou meu livro
“O Fator de
Atração” (The Attractor
Factor). Disse-me que,
à medida que eu
melhorar a mim mesmo, a vibração do meu livro aumentará e
todos sentirão o mesmo quando o
lerem. Resumindo, na medida em que eu melhore meus leitores
também melhorarão.
“E o que acontecerá com os livros que eu já vendi e que
estão lá fora?” - Perguntei.
“Eles não estão
lá fora”, explicou
ele, me desconsertando, mais
uma vez, com
sua sabedoria
mística. “Eles ainda estão dentro de você”. - Resumindo, nada está do lado de fora.
“Basta, apenas, dizer
que: quando você
queira ou deseje
melhorar qualquer coisa
na sua
vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você
mesmo. E, quando olhar, faça-
o com amor”.
Do website www.zerolimits.info © Joe Vitale // Revisão de
várias traduções e a partir do original
sábado, 6 de abril de 2013
Limpando memórias
Os problemas são apenas memórias do passado que se repetem e aparecem para nos conceder mais uma chance de enxergar com os olhos do Amor e agir a partir da inspiração.
Quando vivencio problemas de memórias reencenadas, tenho uma escolha. Posso permanecer envolvido com elas ou posso pedir à Divindade que as liberte por meio da transmutação, devolvendo assim a minha mente ao seu estado original de vazio... de ser livre de memórias. Quando estou livre de memórias, sou o meu Eu Divino como a Divindade me criou à sua exata semelhança.
Quando o meu subconsciente se encontra no estado zero, ele é intemporal, ilimitado, infinito, imortal. Quando as memórias dominam, ele fica retido no tempo, no lugar, nos problemas, na incerteza, no caos e no pensamento, além de preocupado em enfrentar e administrar as dificuldades. Ao permitir que as memórias assumam o controle, renuncio tanto à clareza mental quanto à minha harmonia com a Divindade. Sem Harmonia, não há inspiração. Sem inspiração, não há Propósito.
Quando trabalho com as pessoas sempre peço à Divindade que transmute as memórias do meu subconsciente que são reencenadas como as percepções, os pensamentos e as reações que tenho a respeito delas. A partir do estado zero, a Divindade permeia então a minha mente subconsciente e a consciente de Inspirações, possibilitando que a minha Alma experimente as pessoas como a Divindade as vivencia.
Quando trabalho com a Divindade, as memórias transmutadas no meu subconsciente são transmutadas no subconsciente de todas as mentes, não apenas no das pessoas mas também no subconsciente dos reinos mineral, animal e vegetal, bem como no de todas as formas de existência visíveis e invisíveis.
Os problemas são memórias que estão sendo reencenadas, as memórias são programas. Elas não são apenas suas. Elas são compartilhadas. A maneira de liberar a memória é enviando Amor para a Divindade. Esta escuta e responde, mas da maneira que é melhor para todos, no momento certo para vocês. Vocês escolhem, mas não decidem. Quem decide é a Divindade.
Tudo está em você. Tudo. Não há exceções.
Quando limpamos a memória, o que tem lugar é a inspiração.
Extraído do livro Limite Zero - Joe Vitale
O segredo para obter êxito é fazer a oração tendo em mente que você é o responsável pela situação que criou.
Sinto Muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grato.
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